“Poème pour Julianna”
Dizem, há Amor;
Mas porquê não, Amores?
Mas há Amores
E todos, quando libertos,
Serão, se não Amores,
Um Grande Amor;
E que seja Ele,
Criança, Mulher, Velhinho...
Será como um dia foi, e ainda,
Amor;
Amores Alegres e Tristes,
Amores Alma e Corpo,
E mais,
Amor, Suas Formas e,
Muitas vezes,
De qualquer Forma;
Ainda assim, Amor.
Lá, ao longe, onde as náus se perdem,
Aqui, ao teu lado, onde olhares se tocam,
Em todo Lugar, e mesmo que lugar não exista,
Mas Amor, sempre,
Este Sábio,
Razão de Todas as coisas,
E, da Razão,
A Alma, mesma.
Mark B. Röttenberg - 2007
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