Poème Pour Velda, Ma Mère
Mãe,
Teu filho se penitencia,
Em teu ventre me geraste,
Pois, aqui estou, enfim.
Sei, não mereço ser.
Mãe, tu és mais,
Sou aquém do Teu Amor,
Este Amor que me povoa,
Sou ínfimo como filho,
Tens-me por ti e,
Mesmo ínfimo,
Tento, por ti merecer
O desígnio de filho teu.
Sempre estarei aquém,
Sempre serei menos
Do que deveria.
Mas ainda assim,
Por Mãe que és,
Temo por mim,
Serei eu teu filho,
Ao Amor que tens votado?
Espera, Mãe!
Dá-me outra chance,
Ensina-me a acertar,
Mostra-me o caminho,
Perdoa teu miserável filho.
Ensina-me a Amar,
Dá-me a mão,
Conduz-me ao caminho que
Só tu conheces,
E perdoa-me de novo.
Pois, haverei de aprender
O reto caminho do Teu Amor!
Não! Não nos deixe,
Não antes que saibamos de Ti.
Ensina-nos o segredo.
O segredo do Amor Materno!
Ensina-nos, Mãe!
Mark B. Röttenberg - 2007


Um comentário:
Amigo, teu poema tá muito bonito, nós mães sempre perdoamos os nossos filhos, eles sempre são perfeitos, bonitos, inteligentes perante aos nossos olhos. Enfim, o Amor de mãe não tem expliação, não tem medida, ele é o único e grandioso.Ele é a Mão que balança o berço, ou seja, balança o Mundo.
Um beijo e fique com Deus.
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